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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A viagem ao mundo da Literatura, Mafalda Mendes

A viagem ao mundo da Literatura

         Deu o toque de entrada. Entrámos para a sala de Português, onde nos esperava a professora com um sorriso na cara.
         - Esta aula vai ser diferente – disse a professora – vamos começar a planear a visita de estudo ao mundo da Literatura! Não se esqueçam que é amanhã!
         - Não nos esquecemos! – exclamámos nós.
         No dia seguinte já estava tudo no seu devido lugar, estávamos todos muito entusiasmados. Iríamos ficar no mundo da Literatura três dias, num hotel chamado «O clube dos poetas mortos», perguntámos porque se chamava assim e a professora disse-nos que inúmeras leituras ali se faziam, escritas por poetas que já haviam morrido há muito tempo.
A viagem foi longa mas valeu a pena, pois quando lá chegámos senti-me muito feliz, nem queria acreditar no que via, era um mundo feito de letras, palavras, frases, parágrafos e textos.
         No dia seguinte, combinámos que todas as noites, às 23.00h iríamos ler textos que grandes poetas escreveram e formámos o nosso clube dos poetas mortos. Todas as noites nos juntávamos e nos aventurávamos em mundos de Literatura diferentes.
Hoje em dia, ainda penso nesse lugar, nessa semana, nessas noites.


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A decorrer na Casa de Burgos, até ao fim do mês de fevereiro

Horário para visita:
Dias úteis das 9h às 12h30 e das 14h às 18h00 - Entrada livre

Mais informação
Os tapetes de Arraiolos são uma ancestral expressão artística produzida através de técnicas artesanais. Uma arte ornamental que se perpetuou no tempo e que constitui uma das grandes referências das artes decorativas portuguesas.


Já é sexta-feira! Bom fim de semana e boas leituras!


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Era uma vez
Um gato maltês
Tocava piano
E falava francês
 
Queres que te conte outra vez?
Mary Paints

domingo, 27 de janeiro de 2013

Ler+ para dormir melhor...

Isabel Hojas

E a chuva que não para!

Cai chuva do céu cinzento
Que não tem razão de ser.
Até o meu pensamento

Tem chuva nele a escorrer.

Tenho uma grande tristeza
Acrescentada à que sinto.
Quero dizer-ma mas pesa
O quanto comigo minto.

Porque verdadeiramente
Não sei se estou triste ou não.
E a chuva cai levemente
(Porque Verlaine consente)
Dentro do meu coração.


Fernando Pessoa 
 IKER AYESTARAN

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

As meninas do 6ºF da Brigada Verde!


Eleições na escola: Eleição da lista que irá representar o nosso Agrupamento na sessão regional no Parlamento dos Jovens.


Sessões de trabalho: Metas de aprendizagem, Novos Programas de Português e a articulação entre os 1º e 2º ciclos na BE.


PREVENÇÃO RODOVIÁRIA com os agentes da ESCOLA SEGURA.




A Associação de Pais & Encarregados de Educação do nosso Agrupamento de Escolas promoveu uma ação de sensibilização sobre as Novas Substâncias Psicoativas. A referida sessão decorreu na sala polivalente da Escola André de Resende no dia 16 de Janeiro, pelas 18horas e os oradores convidados foram a Dra. Maria José Galo e o Dr. Paulo Jesus.





quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Terão sido estes os livros que devoraram o meu pai?


© Justin Paget/Corbis.

Parlamento dos Jovens, «Vencer a crise» com o deputado Pedro Lynce!

          O programa Parlamento dos Jovens é organizado pela AR, em colaboração com outras entidades, com o objetivo de promover a educação para a cidadania e o interesse dos jovens pelo debate de temas de atualidade. Culmina com a realização de duas Sessões Nacionais na AR, preparadas ao longo do ano letivo, com participação de Deputados, designadamente da Comissão de Educação e Ciência, órgão parlamentar responsável pela orientação do programa. Todas as Escolas do 2º e 3º ciclos do ensino básico e do secundário são convidadas a participar.




quinta-feira, 10 de janeiro de 2013


84 anos, é obra!

         No dia 10 de janeiro de 1929 nasce Tintin, um repórter fiel aos valores intemporais da verdade, da justiça, da prevalência do bem sobre o mal, da amizade e da lealdade, que atravessa um mundo em mudança, acompanhando e contribuindo com a sua intervenção para essa mesma mudança.
         O seu autor, Hergé, criou os álbuns de Tintim que são de uma precisão incrível, com todos os detalhes minuciosamente cuidados.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Alimento para o cérebro: leitura!


Voltámos cheios de energia! Cantar as Janeiras!

CANTAR AS JANEIRAS é uma tradição bem portuguesa. Ocorrem em janeiro, o primeiro mês do ano, daí o seu nome. Este mês era o mês do deus Jano, o deus das portas e da entrada e porteiro dos céus. Os romanos ambicionavam que ele os protegesse e repelisse os maus espíritos e invocavam-no especialmente nas alturas de Janeiro. Então, o Imperador Caio Júlio César (13 de Julho, 100 a.C.–15 de Março, 44 a.C.) estabeleceu as datas limites deste mês e que o ano deveria começar nesta época. A partir desta altura tornou-se tradição os romanos saudarem o início de um novo ano e aclamarem Jano com festejos, aproveitando também para se cumprimentarem uns aos outros, daí surgiu a tradição das "Janeiras". Foi esta tradição que o Cristianismo, não a conseguindo eliminar, adaptou acrescentando-lhe os autos pastoris que evocam a cena do nascimento de Jesus e episódios a ele ligados.

A tradição é que vizinhos, amigos, familiares, normalmente jovens e alguns não tão jovens, se agrupem e, na Noite de Reis (6 de janeiro), por vezes alastrando-se a outros dias do início do ano, andem pelas ruas da terra, cantando de porta em porta e desejem às pessoas um próspero Ano Novo. Habitualmente, alguns elementos tocam instrumentos tradicionais como a pandeireta, os ferrinhos (triângulo), o tambor, a zabumba, o bombo, a flauta, a viola, o cavaquinho, o acordeão e mais raramente a gaita-de-fole. As músicas utilizadas são tradicionais, embora a letra possa variar de terra para terra e também conforme o grupo. Terminada a canção numa casa, espera-se que os donos ofereçam as chamadas Janeiras: castanhas, nozes, alguns frutos, enchidos, vinho, doces da época natalícia. No final do percurso, o grupo reúne-se e faz um convívio onde todos juntos comem aquilo que conseguiram, ou então, divide-se por todos e cada um segue o seu caminho.