segunda-feira, 28 de novembro de 2016

«Todos juntos...» agora da Guiné-Bissau a Évora!


Ora leiam: «A Escola Lassana Cassamá da Afectos com Letras e a Escola Básica André de Resende de Évora estão juntas no projecto "Todos juntos podemos ler...".
As crianças em Bissau acolheram com enorme entusiasmo as cartas dos novos amigos de Évora e já temos connosco as fábulas e as pequenas histórias escritas por eles, prontas para meter no correio.»

No outono, a ler... Olivia Chin Mueller


Will Barnet é que sabe...


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Ler de qualquer maneira!


Todos juntos podemos ler, na BE, porque ler faz a diferença, fabulando de Évora à Guiné...

          Todos os nomes cabem neste projeto lançado pela RBE.


        «A Rede de Bibliotecas Escolares, Plano Nacional de Leitura e a Direção de Serviços da Educação Especial e Apoios Sócioeducativos conceberam um projeto conjunto denominado Todos Juntos Podemos Ler, que tem como principal objetivo a criação de bibliotecas inclusivas, capazes de proporcionar oportunidades de leitura para todos os alunos.
Perante a crescente inclusão de alunos com necessidades educativas especiais nas escolas do ensino regular, as bibliotecas escolares veem-se, hoje, confrontadas com a imprescindibilidade de responder a uma população escolar com competências diversas e que requer, em muitas situações, meios tecnológicos diferenciados de acesso à leitura.
Criar bibliotecas escolares inclusivas, que assegurem reais oportunidades de leitura para todos os alunos, é talvez um dos maiores desafios colocados às bibliotecas, que se devem assumir como espaço de excelência para o desenvolvimento da literacia e como garante da igualdade de oportunidades quer em contexto sóciocultural, quer em situação de aprendizagem.»
http://www.rbe.min-edu.pt/np4/todos_juntos_podemos_ler.html

        Numa parceria com EMRC, este ano letivo, o projeto a que a BE aderiu quer levar a leitura partilhada até à Guiné-Bissau, uma escola em Quelelé, Lassama Cassamá apoiada por uma ONG, Afectos com Letras. 
            Pretendemos construir histórias de animais, baseadas nas fábulas de Esopo, em que, havendo uma lição de moral esta seja construtiva e nunca castigadora. Vamos subverter histórias, reescrevê-las com sentido de humor mas também com muita responsabilidade. Os animais escolhidos serão  aqueles que os meninos da Guiné tão bem conhecem e os que os nossos vão passar a conhecer. 
            Estas pequenas histórias serão ilustradas em E.V. e no final, juntamos as histórias de cá e as de lá e produziremos um ebook, Bichos, bichezas e bicharocos.
             Aqui, em Évora, o nosso trabalho já esta a andar e para garantir que não faltarão livros aos meninos da Guiné, fizemos uma «vaquinha» e comprámos sete exemplares das Fábulas de Esopo, editadas pela Porto Editora.

Todos juntos, de Évora à Guiné-Bissau, podemos ler, desenhar, colorir



segunda-feira, 14 de novembro de 2016

São Martinho, 11 de novembro, com os 5º A e F

São Martinho
São Martinho, ou Martinho de Tours, nasceu em cerca de 316 na antiga cidade de Savaria na Panónia, uma antiga província na fronteira do Império Romano, na atual Hungria. Filho de um comandante romano, cresceu na região de Pavia, em Itália, no seio de uma família pagã. Criado para seguir a carreira militar, foi convocado para o exército romano quando tinha quinze anos, viajando por todo o Império Romano do Ocidente. 
Apesar de ter recebido uma educação pagã, foi em adolescente que Martinho descobriu o Cristianismo. Mas foi só mais tarde, em 356, depois de ter abandonado o exército que foi batizado. Tornou-se discípulo de Santo Hilário, bispo de Poitiers (na zona oeste da atual França), que o ordenou diácono e presbítero, regressando de seguida a Panónia, onde converteu a mãe. Mudou-se depois para Milão, de onde terá sido expulso juntamente com Santo Hilário. Isolado, terá passado algum tempo na ilha da Galinária, ao largo da costa italiana. 
De volta à Gália, foi perto de Poitiers que fundou o mais antigo mosteiro conhecido na Europa, na região de Ligugé. Conhecido pelos seus milagres, o santo atraía multidões. Foi ordenado bispo de Tours em 371 e fundou o mosteiro de Marmoutier, na margem do rio Loire, onde vivia na reclusão. Pregador incansável, foi também o fundador das primeiras igrejas rurais na região da Gália, onde atendia tanto ricos como pobres. Morreu a oito de novembro de 397 em Candes e foi sepultado a onze de novembro em Tours, local de intensa peregrinação desde o século V. 
É na data do seu enterro, três dias depois de ter morrido em Candes, que se comemora o dia que lhe é dedicado. Acredita-se que, na véspera e no dia das comemorações, o tempo melhora e o sol aparece. O acontecimento é conhecido pelo “verão de São Martinho” e é muitas vezes associado à conhecida lenda de São Martinho.
Lenda 
Num dia frio e chuvoso de inverno, Martinho seguia montado a cavalo quando encontrou um mendigo. Vendo o pedinte a tremer de frio e sem nada que lhe pudesse dar, pegou na espada e cortou o manto ao meio, cobrindo-o com uma das partes. Mais à frente, voltou a encontrar outro mendigo, com quem partilhou a outra metade da capa. Sem nada que o protegesse do frio, Martinho continuou viagem. Diz a lenda que, nesse momento, as nuvens negras desapareceram e o sol surgiu. O bom tempo prolongou-se por três dias. 
Na noite seguinte, Cristo apareceu a Martinho num sonho. Usando o manto do mendigo, voltou-se para a multidão de anjos que o acompanhavam e disse em voz alta: “Martinho, ainda catecúmeno [que não foi batizado], cobriu-me com esta veste”.













As tradições do dia de São Martinho
O dia de São Martinho é festejado um pouco por toda a Europa, mas as celebrações variam de país para país. Em Portugal é tradição fazer-se um grande magusto, beber-se água-pé e jeropiga. Esta é também uma altura em que se prova o novo vinho. Como diz o ditado popular, “no dia de São Martinho, vai à adega e prova o vinho”. 
De acordo com alguns autores, como José Leite de Vasconcelos e Ernesto Veiga de Oliveira, a realização dos magustos remonta a uma antiga tradição de comemoração do Dia de Todos os Santos, onde se acendiam fogueiras e se assavam castanhas. Em outros países, como na Alemanha, acendem-se fogueiras e fazem-se procissões, e em Espanha matam-se porcos, tradição que deu origem ao ditado popular “a cada cerdo le llega su San Martín” (“cada porco tem o seu São Martinho”). Também no Reino Unido existe a expressão “verão de São Martinho” que, apesar de já raramente utilizada, está também ligada com a crença de que o tempo melhora nos dias que antecedem o feriado.


In Observador

Formação de utilizadores – 5º ano



Formação de utilizadores – 5º ano 


No início de novembro, todas as turmas de 5º ano visitaram, com os respetivos diretores de turma, a biblioteca escolar. A professora bibliotecária realizou uma formação de utilizadores, explicando o funcionamento dos diversos espaços da biblioteca, bem como as suas regras. No final, os alunos realizaram um jogo intitulado “Qual é coisa, qual é ela? Detetives na Biblioteca”. Os vencedores ganharam um livro e todos os alunos receberam um marcador de livros com orientações para a realização de trabalhos de pesquisa. 


terça-feira, 8 de novembro de 2016

Feira do Livro Usado, ajudar quem precisa, de Évora à Guiné, Todos juntos podemos ler...


COMO SE DESENHA UMA CASA

Manuel António Pina [18 de novembro 1943 - 19 de outubro 2012]

COMO SE DESENHA UMA CASA

Primeiro abre-se a porta
por dentro sobre a tela imatura onde previamente
se escreveram palavras antigas: o cão, o jardim impresente,
a mãe para sempre morta.

Anoiteceu, apagamos a luz e, depois,
como uma foto que se guarda na carteira,
iluminam-se no quintal as flores da macieira
e, no papel de parede, agitam-se as recordações.

Protege-te delas, das recordações,
dos seus ócios, das suas conspirações;
usa cores morosas, tons mais-que-perfeitos:
o rosa para as lágrimas, o azul para os sonhos desfeitos.

Uma casa é as ruínas de uma casa,
uma coisa ameaçadora à espera de uma palavra;
desenha-a como quem embala um remorso,
com algum grau de abstracção e sem um plano rigoroso.


[in Como se Desenha uma Casa, de Manuel António Pina, Assírio & Alvim]

http://homepages.paradise.net.nz/philip.webb/10.html

Fabulando de Évora à Guiné






segunda-feira, 7 de novembro de 2016

O nosso quadro continua por aqui! A nossa BIBLIOTECA é...





Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...

«Eu
não tenho filosofia: tenho sentidos...

Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é. 
Mas porque a amo, e amo-a por isso, 
Porque quem ama nunca sabe o que ama 
Nem por que ama, nem o que é amar...»

Alberto Caeiro



Sempé

A história de um gato e da gaivota que o ensinou a voar, L. Sepúlveda

Lina Dudaite (dribbble.com/dudaite)

“Portrait of a Small Boy Reading” Gluyas Williams


Expressão plástica

  Trabalhos de expressão plástica realizados pelos alunos do 1ºano da EB do Rossio, após a leitura de um poema de outono e de «Corre, corre cabacinha», de Alice Vieira.
Trabalhos realizados pelos alunos do 2ºA da EB do Rossio, após a leitura do poema «A Bailarina», da obra Ou isto ou aquilo, de Cecília Meireles.

Recuperando o Halloween, Exposição de Inglês alusiva ao Halloween. trabalhos realizados pelos alunos do 1º ano , 2ºA, 2ºB da EB do Rossio e suas famílias.